quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Tão pequena que caberia na palma da mão, mas você tem que segurar com cuidado pra não quebrar. Ela é pequenina, e reflete o sol com sua pela tão clara quanto o orvalho que cobre as flores do meu quintal, e é tão bonita quanto à cena pode parecer a ser imaginada.
Sorri doce, te olha doce, te abraça da forma mais doce. Um convite à morte para um coração diabéticamente apaixonado como o meu. E o jeito fofo de falar… Ah o jeito fofo…
O modo como finge ser rude quando escreve. O quanto eu finjo não me importar, o quanto eu devolvo a falsa amargura com a grossura mais fake imaginável.
Pra gente rir, pra gente brincar, só pra me faze querer ela cada vez mais.
Ao seu topo parece fogo, talvez para queimar pessoas indesejáveis, mas como eu queria arder, tostar e me perder em tais chamas.
Ou Mesmo que eu seja esmagado por tais palavras, ou moído, esmagado por suas palavras… Tanto faz… Mesma coisa!
Nada é impossível, eu sei. Basta querer, deitar e sonhar…

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